Eu não acordei um dia e decidi que trabalharia com Marketing Digital. Na verdade, eu nunca imaginei que eu teria um trabalho fora dos padrões tradicionais. Bem longe disso!

O meu plano sempre foi ser Auditora da Receita Federal ou passar no Trainee de uma grande empresa e me mudar para São Paulo. Eu queria estabilidade, ganhar seis dígitos por mês e fazer viagens para o exterior com certa frequência. Além disso, casar e ter filhos e conseguir dar uma vida estável para eles.

Apesar de ser formada em Economia, nunca larguei minha paixão desde os seis anos de idade: escrever. Esse era o meu grande sonho: ser escritora e mudar a vida das pessoas. Era um sonho com um propósito de verdade.

Os altos, os baixos e os momentos “uau” dessa transição

No meio do caminho meu pai faleceu, eu enfrentei grandes obstáculos na minha vida pessoal e profissional no ramo bancário e decidi largar tudo. Não queria mais trabalhar com nada que me levasse para longe da família por dinheiro nenhum!

Escrevi um livro. Publiquei e fiz um sucesso. Pois, sucesso, para mim, é ter mais de 500 cópias vendidas para pessoas que realmente vieram conversar comigo, contar suas histórias e afirmar que Cartas para você mudou a vida delas de um jeito maravilhoso!

Também comecei a namorar de novo, e através desse namoro, conheci o mundo de startups e o Marketing Digital. Não foi amor à primeira vista, mas foi um grande interesse. Eu vi ali uma oportunidade de viver escrevendo, trabalhar escrevendo… O Marketing de Conteúdo.

De uma maneira mais “corporativa”, eu estava mudando a vida das pessoas, das pessoas por trás das empresas, dos consumidores.

Entretanto, essa era apenas uma renda extra. Durante o dia, eu trabalhava como redatora de conteúdos didático para educação à distância. E gostava! Mas ao mesmo tempo, eu sentia que o tradicional não era para mim. Quando o grupo foi vendido e o home office foi abolido, decidi que era hora de mudar.

Nesse meio tempo, além de redatora, eu também já trabalhava como editora. E poucos meses depois, surgiu a oportunidade de trabalhar como Content Manager, ou seja, gestora de conteúdo de empresas B2B e B2C.

Nesses anos de trabalho, eu atendi mais de 100 empresas, aprendi muito sobre Marketing de Conteúdo e como realmente escrever conteúdos que convertem. Quais são os elementos atrativos para o público? O que faz sua estratégia ser bem sucedida? Como promover uma auditoria de SEO? Como conduzir uma entrevista e montar uma persona? Como elaborar uma jornada de compra?

Eu tenho a resposta para todas essas perguntas.

São as respostas certas? Não sei. O mundo do Marketing Digital está em constante evolução e por isso eu procuro me atualizar também. Mas posso dizer que já ajudei empresas a atingir outro patamar de receitas, a fidelizar clientes, a criar autoridade de marca e virar referência no mercado.

Além disso, auxiliei a estabelecer processos, criar calendários editoriais, montar fluxos de automação e nutrir os leads para todas as etapas do funil de vendas. Compartilhei todo meu conhecimento adquirido nas melhores instituições de Marketing que pude conhecer e todos os profissionais de conteúdo que tive contato.

Hoje posso dizer que sou realizada como profissional. Tenho minha própria agência de conteúdo, clientes que entendem o valor do meu trabalho e uma equipe super comprometida com o que faz.

Mas, sabemos que nem tudo são flores! E eu já levei muita rasteira, chorei e fiquei com raiva. Muita raiva.

E tem muitos mitos que gostaria de quebrar, mas que ainda é difícil e compromete o valor do nosso trabalho:

  1. Erro de digitação não é erro de português;
  2. Estilo de escrita é diferente de qualidade do conteúdo;
  3. Erro de digitação não compromete a qualidade inteira do conteúdo, é apenas uma falha na revisão;
  4. Falha na revisão não quer dizer que o profissional não é bom, apenas que é humano;
  5. Qualidade de conteúdo depende de expectativas.

No fim, tudo se resume às expectativas. O cliente não está errado em ser exigente, em não querer erros, em querer que tudo saia perfeito. Afinal, ele tem expectativas, não é mesmo? Cabe ao Content Manager saber equilibrá-las com a realidade, explicando o processo, o escopo e que o Marketing de Conteúdo exige paciência, engajamento e compreensão de que é preciso empatia e relacionamento para que a equipe de produção de conteúdo consiga captar a essência da empresa para produzir um conteúdo memorável.

A boa notícia é que existem clientes que percebem tudo isso com o tempo ou já entendem de primeira. E isso proporciona os melhores relacionamentos que um profissional poderia desejar!

  1. Conteúdos que geram autoridade no mercado;
  2. Clientes que ligam para elogiar a newsletter;
  3. Ranqueamento de mais de 15 palavras-chave em menos de 6 meses de trabalho;
  4. 722% de ROI em oito meses;
  5. Uma venda com um cliente muito importante por causa da estratégia de conteúdo;
  6. Uma jornada de compra bem montada com fluxos de automação que funcionam;
  7. Clientes que passam a escrever conteúdo;
  8. Equipes que começam a compreender a diferença entre estilo de escrita e qualidade de texto, proporcionando uma troca de conhecimento e enriquecendo ainda o conteúdo;
  9. Colaboração entre equipe de conteúdo e cliente na elaboração de pautas fenomenais;
  10. Projetos bem-sucedidos, clientes satisfeitos, profissionais com o senso de dever cumprido.

Como você pode perceber, há muito mais momentos altos do que baixos, e alguns momentos uau” no meio do caminho, quando o resultado que o cliente espera finalmente acontece – depois de horas de trabalho, suor, lágrimas e risadas.

É importante deixar claro que o resultado esperado nem sempre é conversão – pode ser gerar autoridade, ranqueamento de palavras-chave, geração de visitantes ou leads, etc. Mas, esse resultado não depende só de você, e sim do cliente também ou da sua equipe interna. Por isso, a colaboração, o compartilhamento de informações e conhecimento e o engajamento são tão fundamentais para que o Marketing de Conteúdo dê certo. E com um bom gestor de projetos, o Content Manager precisa trabalhar em cima disso.

Eu tenho a sorte de trabalhar com os melhores redatores do mundo! São comprometidos, entregam no prazo, sinceros quanto à capacidade de escrever determinado conteúdo e que sempre indicam colegas caso estejam doentes e não cumprirão o prazo. Também tenho os melhores clientes, que são educados, sensíveis, atentos ao mercado, gostam de aprender e colaborar, além de muito parceiros!

Mais do que redatores e clientes, eu formei uma rede de relacionamento e contatos que me engrandeceu como pessoal e como profissional. E eu não teria o reconhecimento que tenho hoje ou a realização pessoal e profissional, se não fosse por todos eles.

Muito obrigada!

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